Cuidar da saúde sexual junto: o que dá para fazer a dois

Saúde sexual de casal costuma ser tratada como assunto individual que se comunica depois. Fica melhor quando vira projeto conjunto — inclusive porque metade dos problemas que vejo é reinfecção por parceiro não tratado.

O que dá para fazer junto

  • Fazer os exames no mesmo dia, com retorno conjunto.
  • Atualizar vacinas: HPV (até os 45 anos vale discutir), hepatites A e B, mpox quando indicada.
  • Decidir sobre PrEP — para um, para os dois ou para nenhum.
  • Tratar IST ao mesmo tempo, para não devolver a infecção um para o outro.
  • Combinar o calendário de repetição dos exames.

Quando os dois querem coisas diferentes

Um quer parar com a camisinha, o outro não; um quer abrir a relação, o outro não. Isso não se resolve no consultório, mas dá para separar o que é medo de infecção (tem solução técnica) do que é conflito de relação (não tem).

Desejo, dor e o que não é IST

Queda de libido, dor na relação, dificuldade de ereção e ressecamento aparecem muito e raramente são infecção. Vale investigar em vez de tratar tudo como problema psicológico ou “fase”.

Como é a consulta comigo

Sou infectologista em São Paulo (Itaim Bibi), com telemedicina para todo o Brasil. Consulta longa, sem julgamento, com rastreio dos três sítios, prevenção montada para a sua vida real e atendimento de casais e relações não monogâmicas.

Atendimento exclusivamente particular.

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Perguntas frequentes

Um está com IST, o outro negativo. Trata os dois? Na maioria das bacterianas, sim.

Vacina de HPV vale depois de adulto? Vale discutir; a indicação varia por idade e histórico.

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Página do tema: HIV, ISTs e saúde sexual


Sobre o autor
Dr. Klinger Faico — Infectologista. CRM-SP 203431 · RQE 104115. Professor Adjunto da UNIFESP/Escola Paulista de Medicina. Título de especialista em Infectologia Hospitalar pela SBI. Consultório: Rua Joaquim Floriano, 820 – Itaim Bibi, São Paulo. Telemedicina para todo o Brasil.