A conversa mais difícil da saúde sexual não é com o médico: é com quem está do outro lado da cama. E ela costuma render melhor quando acontece antes, fora do quarto e sem tom de acusação.
Como puxar o assunto
- Comece por você: “eu faço exame a cada 3 meses e uso PrEP”.
- Pergunte aberto, não binário: “como você costuma se cuidar?” funciona melhor que “você tem alguma coisa?”.
- Escolha o momento: mensagem no dia anterior, caminho do bar, qualquer lugar menos o meio da transa.
- Combine o que vale para vocês: camisinha, exames, PrEP, doxiPEP.
O que evitar
- Interrogatório sobre número de parceiros — não muda o risco e fecha a conversa.
- Tratar IST como falha moral.
- Assumir que “está tudo bem” porque a pessoa parece saudável: a maioria das ISTs é assintomática.
Se a reação for ruim
Quem trata prevenção como ofensa está te dando uma informação valiosa sobre o tipo de parceiro que é. Você não precisa negociar o seu cuidado.
Como é a consulta comigo
Sou infectologista em São Paulo (Itaim Bibi), com telemedicina para todo o Brasil. Consulta longa, sem julgamento, com rastreio dos três sítios, prevenção montada para a sua vida real (PrEP, doxiPEP, vacinas) e atendimento de casais.
Atendimento exclusivamente particular.
Conversar com um infectologista
Perguntas frequentes
Preciso contar que tenho herpes ou HPV? É boa prática avisar; ambos são muito comuns e têm manejo.
E em sexo casual, dá tempo? Duas frases resolvem: o que você usa e o que você quer usar.
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Página do tema: HIV, ISTs e saúde sexual
Sobre o autor
Dr. Klinger Faico — Infectologista. CRM-SP 203431 · RQE 104115. Professor Adjunto da UNIFESP/Escola Paulista de Medicina. Título de especialista em Infectologia Hospitalar pela SBI. Consultório: Rua Joaquim Floriano, 820 – Itaim Bibi, São Paulo. Telemedicina para todo o Brasil.


