Não existe uma frequência única. Existe a frequência proporcional ao seu padrão de exposição — e é isso que define se testar de 3 em 3 meses é exagero ou o mínimo.
A cada 3 meses
- Quem usa PrEP (é parte do protocolo).
- Quem tem múltiplos parceiros ou sexo em grupo.
- Quem já teve IST no último ano.
- Quem usa doxiPEP.
A cada 6 meses
Poucos parceiros, sexo com camisinha na maior parte das vezes, sem IST recente.
Uma vez por ano
Relação estável e fechada, ambos testados. Ainda assim vale um exame anual — relações mudam e ninguém precisa ser fiscalizado para isso fazer sentido.
Fora do calendário: teste agora
- Sintoma novo: corrimento, ardência, ferida, verruga, dor de garganta que não passa.
- Parceiro avisou que testou positivo.
- Camisinha estourou ou saiu.
- Começou uma relação nova e vocês querem parar com a camisinha.
Como é a consulta comigo
Sou infectologista em São Paulo (Itaim Bibi), com telemedicina para todo o Brasil. Consulta longa, sem julgamento, com rastreio dos três sítios (garganta, uretra e ânus), tratamento no mesmo dia quando há sintoma e orientação para o parceiro.
Atendimento exclusivamente particular.
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Perguntas frequentes
Testar demais faz mal? Não, mas testar sem janela cumprida gera resultado inútil.
Posso testar só quando tiver sintoma? Não. A maior parte das ISTs não dá sintoma nenhum.
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Página do tema: HIV, ISTs e saúde sexual
Sobre o autor
Dr. Klinger Faico — Infectologista. CRM-SP 203431 · RQE 104115. Professor Adjunto da UNIFESP/Escola Paulista de Medicina. Título de especialista em Infectologia Hospitalar pela SBI. Consultório: Rua Joaquim Floriano, 820 – Itaim Bibi, São Paulo. Telemedicina para todo o Brasil.


